domingo, 8 de junho de 2008

Fotos e vídeo

Olá a todos!

No meu último post eu mencionei a gravação do disco do Rafa, mas não havia nenhuma foto, então aqui vão algumas:


Olha aonde foi a afinação do "Si"...






Também falei da gravação do Daniel Piquê e não pus nenhuma imagem, então aí vai! Assim que a música estiver disponível coloco um link pra todos ouvirem.


Eu, Daniel Piquê e Marcelo Moreira no Norcal Studios


Eu gravando, Brendan pilotando e Daniel sacando


Moreira, Edu, Daniel, Adriano e eu



Recentemente a Zoom, que é uma companhia japonesa de efeitos e aparelhos de home-studio, lançou um DVD comigo, Kiko Loureiro, Luiz Sacoman e Conrado Ruther, onde cada um de nós fala um pouco sobre os equipamentos. Acredito que as pessoas que adquirirem os produtos da Zoom nas lojas ganharão o DVD, mas pra quem quer ver uma palhinha, a Royal Music, importadora da Zoom, colocou no Youtube o making of das gravações. Confira:



Outra coisa boa que aconteceu foi que o Alex Webster, baixista do Cannibal Corpse, me adicionou e deixou uma mensagem muito legal nos comentários do meu MySpace. São os baixistas do mundo todo mais unidos do que nunca! Veja abaixo, e visite a página dele no MySpace.

domingo, 1 de junho de 2008

Gravações do Almah e mais!

Barbosa perdendo uma partidinha num intervalo das gravações...

A saga das gravações do segundo disco do Almah continua, e muita coisa aconteceu desde o meu último post, há um mês. As guitarras, baixos e violões já estão prontos, e acabamos de iniciar os vocais. Também neste meio tempo várias outras coisas aconteceram, então antes de ir ao ponto, vou contar um pouco sobre elas.



Como alguns de vocês devem ter acompanhado no blog do Rafa, eu gravei 5 (ou foram 6?) faixas no disco solo dele. Foi meio complicado achar tempo pra ir até o estúdio onde ele está gravando, já que eu também estava gravando o Almah ao mesmo tempo, por isso tivemos que dividir as gravações em diversas sessões. Com relação ao equipamento, usei um conjunto da Ampeg, cabeçote SVT2-PRO e caixa 810E, que foram emprestados pela loja Hendrix World Music. Os baixos foram os meus Yamaha TRB6P2, BBNE2 fretless e o vertical SVB-200, que foi um desafio gravar com arco! O mais curioso é que todos os instrumentos usados no disco do Rafa são Yamaha. Sobre o som em si, posso adiantar que o “selo Rafael Bittencourt de qualidade” está presente em todas as músicas, com um bom gosto e talento transparecendo em todas as composições! Nem dava pra esperar nada diferente vindo dele... Agora estou ansioso pra ouvir como as músicas vão soar com o vocal.



Outra gravação que pintou na semana passada foi com o guitarrista mineiro Daniel Piquê. O Marcelo Moreira estava gravando uma música com ele no estúdio Norcal, e como eu já estava lá com todo o meu equipamento, acabei gravando o baixo. A música é super legal e o Daniel é um cara muito gente fina e talentoso. Com apenas 20 anos de idade, ele é certamente uma promessa no cenário guitarrístico! Pra quem quiser saber mais, este é o site dele: http://www.danielpique.com/.



Um acontecimento bastante infeliz, como a maioria deve saber, foi a morte do guitarrista Wander Taffo. Fiquei muito triste quando recebi esta notícia, já que sempre fui um grande admirador dele como músico e pessoa. Neste dia encontrei também o Andria Busic, baxisita e vocalista do Dr. Sin, e ficamos relembrando todas as histórias do Wander, e o quanto ele foi e sempre será importante nós. Meus sentimentos sinceros à família dele, e ao pessoal do EM&T.



Nesta semana passada nós lançamos o Almah Connection, que nada mais é do que uma conta de MSN em que nós, os membros da banda, vamos entrar de vez em quando pra dar as notícias diretamente aos fãs, sem intermediários! Foi uma idéia muito feliz, porque assim temos a oportunidade de um contato bem próximo sempre que pudermos, e os fãs podem fazer as perguntas que sempre quiseram, e ter a resposta na hora. Pra ter acesso, nada mais simples: basta adicionar no seu MSN o email almahconnection@hotmail.com.


Paulo Schroeber e Edu

Marcelo Barbosa


Agora sim, vou contar como estão sendo as gravações do Almah. Assim que terminamos a batera, o Paulo e o Barbosa começaram a gravar as bases de guitarra. No primeiro dia passamos diversas horas achando o timbre de guitarra, mudando os cabeçotes, caixas, a posição de microfones, etc. No fim chegamos a um som muito bom, que tem uma cara particular, ou seja, não soa exatamente como todos os outros discos de metal, mas ainda assim é pesado e definido. A guitarra que nós usamos em todas as bases foi uma Carvin custom de 7 cordas, que pertence ao Brendan Duffey, dono do estúdio Norcal e que também é guitarrista. Em comparação com diversas outras que tínhamos a disposição, era sem dúvida a que tinha melhor som.


Paulo testando alguns equipamentos


Mas o melhor de tudo não foi o som, mas a execução e a pegada do Marcelo e do Paulo. É engraçado, por que ao mesmo tempo em que cada um tem seu estilo de tocar, eles se completam perfeitamente, e tudo que eles fazem combina muito bem. Mais uma vez fiquei surpreso com o nível dos músicos que a gente tem nesta banda! As bases ficaram fenomenais, e os solos então, nem se fala: de cair o queixo! E o mais legal é o entrosamento que eles desenvolveram em tão pouco tempo, combinando as diversas dobras de guitarra, gravando solos em dueto, mudando arranjos aqui e ali, como se já tocassem juntos há anos! Fiquei muito feliz com os resultados.


Almah (menos Moreira) e Mike Stone


Uma boa surpresa que aconteceu no meio disso tudo foi a visita do Mike Stone, guitarrista do Queensryche, ao estúdio, enquanto gravávamos os solos. Edu e eu tínhamos encontrado o Mike na noite anterior no Manifesto Bar, durante as finais do Wacken Metal Battle, onde o Khallice (outra banda do Marcelo Barbosa) se apresentou, e ele se ofereceu para ir ao estúdio e gravar um solo, assim como fez no primeiro disco do Almah. Nós escolhemos uma balada muito bonita, e o Mike fez um solo muito legal. Depois nós fomos ao Rockets, que é uma lanchonete estilo anos 50 que tem no bairro dos Jardins, em São Paulo, e conosco foram também Michel, Renato e Alírio Netto, baixista, tecladista e vocalista do Khallice. Todos pareceram gostar muito!


Gravando com o Yamaha TRB6P2


Depois veio a minha vez. Levei todos os meus Yamaha pro estúdio, e também meus amplificadores, pra testar tudo e chegar no melhor som. Chegamos a montar dois sets diferentes pra comparar, e no fim acabei optando mais uma vez pelo, acredite se quiser, cubo da Roland, o CB-100! Ele deixou pra trás nada mais nada menos que um cabeçote Mesa/Boogie com uma caixa 810BS da Meteoro! Na verdade foi uma decisão complicada, mais no fim o Roland ganhou na definição e na resposta mais realista de freqüências. Dentre os baixos, acabei optando pelo TRB6P2 e o fretless BBNE2, que já tinha também usado na gravação do Rafa. O som ficou fenomenal! Para microfonar utilizamos o velho e bom Shure SM-57 e um microfone condensador feito à mão americano chamado Charter Oak, tudo passando por prés SSL. Em aproximadamente onze horas já estava com tudo gravado.


Com o Yamaha BBNE2

Cubo Roland CB-100


Finalizados os baixos, Edu e eu partimos para a gravação dos violões, já que o Marcelo e o Paulo haviam voltado para suas cidades. Utilizamos um violão Takamine com cordas de aço do Edu pra todas as partes, microfonado com dois Charter Oak. Nós dividimos a gravação e os resultados foram muito bons, principalmente se levarmos em consideração que nenhum de nós é violonista, nem mesmo guitarrista! Mas o Edu toca violão muito bem e deu conta das partes mais detalhadas com facilidade. Numa das faixas gravei um solo utilizando um E-Bow, que é um aparelho que cria uma vibração nas cordas através de magnetismo, e imita o som de um instrumento com arco.


Edu gravando violão com seu Takamine

Gravando violão com o E-Bow


Agora a próxima parte é gravar os vocais do Edu, e no fim de Junho vou com o Kiko tocar as músicas do No Gravity em dois shows no Chile, em Santiago e Valparaíso. Na batera o grande, literalmente, Fernando Schaefer. Mais notícias sobre as gravações, e mais, em breve!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Workshop em Betim nesse Domingo

No próximo Domingo a loja Gump Luthier e a Meteoro estarão levando meu workshop até Betim, em Minas Gerais. Vejo vocês lá!

Dia: 04/05/2008, Domingo
Cidade: Betim, MG
Local: Parque de Exposições de Betim
Horário: 14:00
Convites e informações: "Gump Luthier Instrumentos Musicais"
Rua: Santa Cruz 720, Centro - Betim/MGTel: (31) 3594-2520, c/ Ana Paula

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Almah gravando!

E aí pessoas!

Nas últimas semanas estive trabalhando bastante com o Almah, finalizando os preparativos para a gravação do disco. No dia 9 de Abril toda a banda foi para Brasília, mais uma vez na casa do Marcelo Barbosa, onde ensaiamos por 10 dias. Os ensaios aconteceram no GTR, que é uma escola de música de propriedade do próprio Marcelo. Inclusive, aproveitando a nossa estada por lá, foram organizadas aulas e Master Classes de cada um de nós na escola durante a semana.

Paulo Schroeber, Marcelo Barbosa, Edu Falaschi, Felipe Andreoli, Marcelo Moreira


Como foi a primeira vez que a banda toda tocou junta, deu pra sentir uma grande diferença nos arranjos e execução das músicas com relação à demo. Obviamente o resultado melhorou e muito! Se as músicas já eram boas, agora, modéstia à parte, estão muito foda! Os duetos de guitarra estão emocionantes, pra dizer o mínimo. Seja nas melodias ou nas frases rápidas e complexas, o Barbosa e o Paulo [Schroeber] estão matando a pau! E quem se ferra sou eu pra dobrar aquele mar de notas na velocidade da luz... Tem músicas com frases em semicolcheia em 220bpm (batidas por minuto). Pra quem não é músico e/ou não entende, digamos que é bem, bem rápido!

O foco principal, no entanto, foram as linhas de bateria, já que o Marcelo Moreira seria o primeiro a gravar. E devo dizer que fiquei muito surpreso com a criatividade e versatilidade do rapaz! Veloz, preciso, mas ao mesmo tempo musical e variado. Nós passamos cada uma das 11 músicas várias e várias vezes, mexendo nos arranjos, estruturas, andamentos, tonalidades, etc. Ao final dos ensaios as músicas já estavam bem mais amadurecidas, e cada um já tinha suas linhas muito mais definidas. O clima nos ensaios estava muito bom! Falamos muita besteira, e ao mesmo tempo estávamos concentrados no que estávamos fazendo. E foi assim o tempo todo durante esses 10 dias, ora falando sério, ora rachando o bico até cair!

Por uma feliz coincidência, estava acontecendo naquele fim de semana em Brasília uma feira de instrumentos musicais, organizada pela revista Música & Mercado. Lá estavam expondo diversas marcas, nacionais e estrangeiras, com seus representantes, músicos e lojistas. Acabamos encontrando um monte de amigos que geralmente vemos apenas uma vez por ano na Expomusic, em São Paulo. Lá estavam também Edu Ardanuy, Marcinho Eiras, Thiago do Espírito Santo e vários outros amigos. Saindo da feira, voltamos para casa para estudar as partes de guitarra e baixo das músicas.

No meio dessa confusão toda acabei sendo obrigado a fazer uma coisa que eu fiz muito pouco na minha vida: estudar as mesmas frases centenas de vezes em velocidade progressiva. Uma das coisas mais legais de tocar com músicos diferentes é que eles acabam trazendo uma linguagem diferente, uma maneira própria de tocar e encarar a música, e no processo de adaptação a esses novos estilos você acaba enriquecendo seu vocabulário e descobrindo um monte de coisas novas. Posso dizer que saí de Brasília sabendo mais do que quando cheguei.

Na sexta-feira, dia 18, nós fizemos o último ensaio antes da gravação. Nós estávamos tão empolgados com as músicas que decidimos sortear 10 fãs para assistirem a esse ensaio (como vocês podem constatar no post anterior). Nós então fomos para um estúdio maior, o Sgt. Pepper’s, e ensaiamos por algumas horas antes do pessoal chegar, pra ter certeza de que não iríamos passar vergonha...rs. Isso porque um ensaio para o disco é muito diferente de um ensaio para show. Não existe tanto o compromisso da execução perfeita, mas sim a preocupação com os arranjos e com a sonoridade da música. Mesmo assim, arriscamos! Às 19:30 os dez fãs e alguns amigos entraram no estúdio, e eles não só foram os primeiros a ouvir as músicas, mas também os primeiros a assistirem esta banda, com esta formação, tocando junta. No fim foi muito legal! Acho que tocamos bem apesar do pouco tempo de preparo, e o pessoal conseguiu ter uma idéia do que vai ser o disco do Almah. Além disso, tivemos tempo pra conversar com cada um deles, tirar fotos, contar piadas, mentiras, o que é difícil de acontecer num show ou numa sessão de autógrafos.

À noite, depois do ensaio, o Barbosa tocou com sua banda Zero10 num bar chamado Boca Negra, e todos nós fomos assisti-los. Pra variar, acabei dando uma canja, onde toquei 3 músicas. O pessoal já deve estar enjoando da minha cara...rs. Mais uma vez fica aqui registrado o meu agradecimento ao pessoal da Zero10 e principalmente ao Cid, grande baixista e grande amigo.

No dia seguinte tivemos o privilégio de assistir ao workshop do guitarrista e camarada Sydnei Carvalho, promovido pela GTR. Além de ser um super músico, ele deu uma verdadeira aula de filosofia e ética, falando bastante sobre o que é ser músico, sobre os filósofos, e fazendo várias analogias interessantes e inteligentes com a música. Depois do workshop fomos jantar um Sushi delicioso, e depois, adivinhem: canja com a Zero10!

Eu, Moreira, Adriano Daga e Edu no Estúdio Norcal

Na última segunda-feira iniciamos as gravações de bateria no estúdio Norcal, em São Paulo. Gostaria de ter muito assunto, mas o Moreira gravou tão rápido que tudo o que eu posso dizer é que ele quebrou tudo! Era possível perceber que ele estava bem preparado, com todas as linhas estudadas e na mão. Com a ajuda do técnicos Adriano Daga, que também é baterista, e Brendan Duffey, guitarrista e proprietário do Norcal, ficou ainda mais fácil! Na gravação utilizamos uma bateria Yamaha Maple Custom, cedida gentilmente pelo amigo-quase-irmão Rodrigo Silveira, com uma configuração diferente do usual. Os tons não estão em ordem crescente, o que traz uma sonoridade muito interessante nas viradas. Os pratos que utilizamos foram todos meus! rs Ride e hi-hat Paiste Signature e o resto Meinl, do kit que ganhei do Mike Terrana. No fim o som de batera ficou animal, graças ao Adriano, Brendan e ao Moreira e sua patada!


Próxima etapa: guitarras. Fiquem ligados!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Assista ao ensaio do Almah em Brasília

Fala galera!

Tá rolando uma promoção muito legal com o Almah. A gente está ensaiando em Brasília, e vamos sortear 10 fãs pra assistir ao último ensaio antes da gravação, onde tocaremos as músicas do novo álbum. Mais detalhes abaixo:

Promoção: passe uma tarde no estúdio com o Almah

A comunidade oficial da banda ALMAH no Orkut, estará disponibilizando uma promoção especial para os fãs do grupo. Atualmente em Brasília, capital do Distrito Federal, o vocalista Edu Falaschi, os guitarristas Marcelo Barbosa e Paulo Schroeber, juntamente com o baixista Felipe Andreoli e o baterista Marcelo Moreira, estarão recebendo dez fãs para acompanharem seu último ensaio tocando o novo álbum na íntegra, antes de sua gravação em estúdio. Para participar é muito fácil, basta deixar uma mensagem no tópico “Promoção: passe uma tarde no estúdio com o ALMAH”, com um e-mail para contato, e boa sorte.

O ensaio ocorrerá no dia 18 de abril, sexta-feira, no estúdio Sgt. Pepper's [(61) 3242-2995], na cidade de Brasília.

Observações importantes:

1) Apenas os ganhadores do sorteio receberão, até o dia 17 de abril, um e-mail de confirmação.

2) O grupo não se responsabiliza por despesas referentes a passagem ou alimentação dos ganhadores, mesmo aqueles que não morem em Brasília.

3) Serão selecionadas APENAS as mensagens que forem postadas na comunidade autorizada da banda Almah.


Link: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8689665